Pena que foi Ontem – Livro

Julho 27, 2010

Saiu na Mídia

Filed under: Uncategorized — Caio @ 9:12 pm

Saiu na Mídia – Editorial de Murilo Pinheiro da Revista Revide de Ribeirão Preto:

http://revide.com.br/blog/murilo-pinheiro/post/sinopse/

Algumas fotos do Lançto de 22 de maio

Filed under: Uncategorized — Caio @ 8:57 pm

Olá, pessoal, demorei, mas estão aí algumas das fotos do lançto.

Colocarei mais adiante mais fot

os, por exclusiva falta de tempo…rs

Junho 8, 2010

Impressões

Filed under: Uncategorized — Caio @ 9:24 pm

Alô pessoal… Algumas primeiras impressões do livro chegando… Esta a seguir é de Lucas Arantes, escritor, autor do excelente romance ” O Outro Estranho”, publicado em 2009.

“Caio Garrido em seu livro Pena que foi Ontem narra a jornada de Ezequiel, personagem emblemático que, ao contrário de Ulisses, realiza uma jornada interna. Sobre o personagem, ele nos conta: ‘Não fabricava sua fé em abordagens ilícitas vindas de outros seres humanos. Não tinha a boa vontade de se vender e se render a nenhuma religião. Tinha em si mesmo a ligadura do bem, da paz e da verdade, apesar de sua dor.’ É o lançamento de Caio na literatura. Ele arrisca montar o seu próprio quebra-cabeça e constrói uma narrativa fragmentária, cheia de pequenas surpresas que assustam.”

Para mais informações sobre ele e sobre a resenha do livro “Pena que foi Ontem”, acessem:

http://lucasarantes.wordpress.com/

Maio 29, 2010

Lançamento na Feira do Livro

Filed under: Uncategorized — Caio @ 10:08 pm

O lançto. do livro na Feira do Livro de Ribeirão Preto se dará no dia 13 de junho às 18:30hs.

Abril 10, 2010

Trechos do Livro

Filed under: Uncategorized — Caio @ 3:37 pm

Livro já a Venda:

Interessados, entrar em contato por email.(cfgarridog@yahoo.com.br)

preço: R$ 20,00 –  

P/ interessados fora de Ribeirão (20,00 + o frete de 5,00)- 25,00

Esqueçam padrões, abandonem convenções. Não é romance, não é um conto, não é um encontro, não é novela, não é Tieta, mas tem teta.

Realístico, levemente surreal também, o livro nos conta a história de Ezequiel, personagem atravessado por sonhos sombrios, excitantes e premonitórios, delírios, rompantes filosóficos, tragédias, que nos delatam em voz firme, todo o mundo interno de um personagem e suas transformações, ao longo de um tempo… Que corre devagar… Como um luto deve ser.  A relação, a ressonância e a reflexão com a Vida em sua plenitude, e a Morte em seu mais próximo Ponto de Curvatura, são os pontos-chave do livro. O dito e o não-dito, o oculto.

Se o livro, pelo tato, pudesse ser experimentado, seriam rompidos o papel e as palavras, sendo agora então, as palavras manuseáveis, e o mesmo acontecendo com o fim da ilusória divisão entre leitor e hi-estória.

O espectador irá acampar no Amor e na repetida agonia multifacetada da angústia sonora e incisiva do “herói”.

Seguem abaixo, trechos do Livro:

[ Trecho 1]

“Os primeiros traços de sua “dor” se deram logo na infância, quando o garoto Ezequiel se inclinava para elucubrações imaginárias de um tempo que nunca existiu, mas que era pra ter sido. Em sua peculiar textura de tristeza querubim, jampeava sua realidade para um passado distante e abordava acontecimentos inimagináveis, como um mergulho junto de sua mãe às águas do Rio Doce de Carajandá do Sul, próximo à Queratina, cidade onde morava em Minas Gerais. Lá, ela lhe colocaria no colo, cantaria canções de Beethoven só de assovio, e depois entrariam em um êxtase pré-homérico de uma corrida sob as estrelas, e sob o luar estremecido pela Lua Nova que nunca chegava.”

[ Trecho 2]

“Diante de um silêncio diafragmático, os minutos correm, e os decibéis de minha alma se entreolham e se esbarram caóticos e inflamados. Um implante da nora da adrenalina. Caos… Confusão… Escravo da própria angústia. Espectador do espectro expectorante do espirro da expectativa. Ambivalência e benevolência do desejo que engendra uma maldade mal acabada e me impede de saber o que vou sonhar essa noite. Certamente o abacate espera à minha porta. Ou o abacaxi que acabo de escrever sem saber por quê. Eis o que o doutor me disse: Você quer ser rei? Então encontre a chave do paraíso… Que paraíso permanece o mesmo, se a cada porta aberta, o mistério somatopsíquico muda e nos farta de abracadabras? Não desvendo o que falo nem o que quero. Transmitir. Transferência de torpe quando a cama parece chata e inadequada, abobada e a espera de um sono que nunca vem. Me dê uma pílula Anti-Egóica! Agora não…”

[ Trecho 3]

“Sabe-se lá que mágoas o rio chora

Têm-se a impressão de um dolo desconcertado

Distante da luz e distante do agrado

 

Sabe-se lá que ditames no rio impera

Passa por bairros imaculados

Mas por muitas vezes por onde já esteve congelado.”

 

 

[ Trecho 4]

 

“Conforme a chuva caía, ia derrubando o ar de ozônio que não estava mais de plantão durante estes tempos.

A chuva tem dois lados: um lado fino, sutil, etéreo. E o outro grosso, pesado, denso e cheio de vicissitudes.”

[ Trecho 5]

“Ele tinha no amor uma expectativa que não era terrena.

Talvez tivesse medo de tocar a mão no melado doce da mulher sonhada.”

[Trecho 6]

Morte

“Fratura exposta da alma

Princípio da vida eterna

Princípio do amor eterno

Visão habilitada pela dor

Intensa e corpórea

Fugidia e fora de sentido

O pó branco que sai dos poros

É a maquiagem do nosense

Espírito e Alma. Não são a mesma coisa?

Ou mera designação?

Resignação ou evolução?

Buraco negro ou espectro de esperança?

Ruidosa névoa,

Destino de todos…”

[ Trecho 7]

“Receando uma tragédia, se escondeu por trás do mastro principal da embarcação. Instantaneamente, mil emoções passavam e ultrapassavam sua mente. O mar desenrolado pelo vento vinha colecionando forças marítimas e expulsava suas rédeas empinando o barco e fazendo bater violentamente a água sobre o casco inerte.”

[ Trecho 8]

“Ezequiel guardava um resto dentro de si impalpável ainda. Era uma febre lunar embutida, esperando a cor intumescida do fósforo da verdade riscar a si mesmo, na vontade de buscar sapiência e uma felicidade singular e singrante não decifrada.”

[ Trecho 9]

“Extraviado pelo tempo

Tempo Oco…

No magro canto da sala

Me escorre pelos dedos

O sangue da vertigem

de ser Eu”

Pena que Foi Ontem – Lançamento – dia 22 de Maio

Filed under: Uncategorized — Caio @ 3:21 pm

Olá, queridos possíveis leitores deste blog que vos fala…

Meu primeiro Romance – “Pena que Foi Ontem”, em vias de ser publicado, estará sendo lançado dia 22 de maio (sábado) no Templo da Cidadania em Ribeirão Preto . Endereço : R. Conde Afonso Celso, 333. às 20:00 hs.

Esse espaço será utilizado também para possíveis interessados em adquirir o livro via internet.

Nos próximos posts terá algumas degustações de trechos e primeiros capítulos do mesmo.

Abrs!

Caio Garrido

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